Gabriela Emilia Souza Gomes e Marco Antônio Junqueira de Arantes assinam artigo no Migalhas sobre um tema que ganhou nova dimensão no cenário regulatório global: os impactos da designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras (FTO) pelos Estados Unidos e o que isso significa para o compliance empresarial no Brasil.
Com o olhar de quem atua diariamente em conformidade regulatória e estruturação de operações internacionais, os autores analisam como a ofensiva americana eleva o nível de exigência para empresas brasileiras que mantêm ou desejam conquistar relações comerciais com parceiros internacionais e por que programas de compliance efetivos deixaram de ser apenas uma obrigação regulatória para se tornar um diferencial competitivo real.
O artigo aborda ainda a ampliação dos procedimentos de due diligence exigidos nesse novo cenário, com destaque para a identificação do beneficiário final (UBO), o monitoramento de fornecedores e parceiros e a necessidade de controles capazes de identificar vínculos indiretos com organizações classificadas como FTO.
Uma leitura essencial para empresas, advogados e profissionais que atuam no ambiente de negócios brasileiro e precisam compreender o que muda e o que está em jogo nesse novo capítulo do compliance nacional.
Confira o artigo completo clicando aqui.




